Descontrole
Total é a incerteza da predestinação
Se o futuro é incerto
Quem dirá o presente
Que determina atos e escolhas mecanicistas
A engenharia foi testada
Mas jamais encontrada a chave de seu controle
Decorrido é a tempos e eras
Onde poucos detiveram a grandeza do saber
De que importa!?
Eu não tenho
Sou o centro de meu próprio universo sem controle
Sem lembranças da raiz
Sem certeza dos resultados
Inerte no bruxuleante pensamento que à nada leva
Servo do desejo insaciável
Infindo
Guia do palpitar da emoção
Sem rumo
Sem destino
Distanciando do vazio que aprisiona
Sem criar
Sem a liberdade da livre escolha
Meu mundo impassível
Refém do ínfimo desejo
À mais breve faísca do prazer
terça-feira, 26 de novembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Conceito Insólito
O desejo mantém a sua disformidade
Ilógico é o fundamento perseguido
Sempre repetido
Inúmeras vezes atentado ao futuro insólito
Decaído no contínuo presente
Intento negado ao divino de mim
O fim é o começo das mesmas jornadas
Que ainda há a travar
For breve a realeza pelo preço pago com inglórias
Virtudes que são o que não são
Em pinturas do que um dia foi real
Transcrevendo o conceito aceito pela maioria
Estimativas generalizadas a trair a minoria
Conhecendo a ferro e fogo a amargura da hipocrisia
Do certo que é o incerto
Ele é só
Apenas a visionária esperança de um grande amanhã
Enquanto em tempo se submete
Em vida não se vende
Não se trai
Jamais deixa corromper a integridade da verdade
Suporta o porvir em lealdade a própria convicção
Que do coração fortalece a honra de ser racional
Na irracional gravura chamada de vida
Ilógico é o fundamento perseguido
Sempre repetido
Inúmeras vezes atentado ao futuro insólito
Decaído no contínuo presente
Intento negado ao divino de mim
O fim é o começo das mesmas jornadas
Que ainda há a travar
For breve a realeza pelo preço pago com inglórias
Virtudes que são o que não são
Em pinturas do que um dia foi real
Transcrevendo o conceito aceito pela maioria
Estimativas generalizadas a trair a minoria
Conhecendo a ferro e fogo a amargura da hipocrisia
Do certo que é o incerto
Ele é só
Apenas a visionária esperança de um grande amanhã
Enquanto em tempo se submete
Em vida não se vende
Não se trai
Jamais deixa corromper a integridade da verdade
Suporta o porvir em lealdade a própria convicção
Que do coração fortalece a honra de ser racional
Na irracional gravura chamada de vida
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
Minha Selva
Sou leão
Rei da selva de concreto
Esperto como a ave de rapina
Que destina a sorte de sua caça
Na ironia a hiena e sua graça
Fica com a carcaça
Ri com a desgraça da morte de outrem
Sem culpa e sem remorso
Assim me esforço
Como um rato me ergo da foça
E que vossa terra seja minha
Sem rainha no castelo das formigas
Como um louva-deus eu clamo
Que queimem no inferno minhas almas inimigas
Assim odeio como um cão feroz
Por vingança ataca seu algoz
Mas também amo
Com amor de um pinguim
Do começo até o fim
Que seja assim até a morte
No lúgubre canto do corvo
Para muitos um estorvo
Até mesmo o cantar da alegria
Assobiar da própria magia
Um sabiá, um corvo ou um pardal
Ritmo da canção sem final
Sob o sol ou o luar
Ouço a solidão de um uivar que também canta
Encanta o cair do anoitecer
Sem perecer longe da matilha de seus iguais
A mim serão jamais
Não sigo os patos
Nem lidero
Vivo aonde eu quero
Ainda que seja temporada de minha raça
Da caça de uma nova espécie
Nunca perto da extinção
Rei da selva de concreto
Esperto como a ave de rapina
Que destina a sorte de sua caça
Na ironia a hiena e sua graça
Fica com a carcaça
Ri com a desgraça da morte de outrem
Sem culpa e sem remorso
Assim me esforço
Como um rato me ergo da foça
E que vossa terra seja minha
Sem rainha no castelo das formigas
Como um louva-deus eu clamo
Que queimem no inferno minhas almas inimigas
Assim odeio como um cão feroz
Por vingança ataca seu algoz
Mas também amo
Com amor de um pinguim
Do começo até o fim
Que seja assim até a morte
No lúgubre canto do corvo
Para muitos um estorvo
Até mesmo o cantar da alegria
Assobiar da própria magia
Um sabiá, um corvo ou um pardal
Ritmo da canção sem final
Sob o sol ou o luar
Ouço a solidão de um uivar que também canta
Encanta o cair do anoitecer
Sem perecer longe da matilha de seus iguais
A mim serão jamais
Não sigo os patos
Nem lidero
Vivo aonde eu quero
Ainda que seja temporada de minha raça
Da caça de uma nova espécie
Nunca perto da extinção
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Além Devaneio
Os anos passaram como dias
Poucas foram as vezes do sol nascer e se por
Seja como for o caminho é continuo
Não para pelo desejo
Segue o trajeto da divina ordem
Aos anjos, foram tantos com muitas missões
Visionários deram fruto do que vinha do Ser
Apenas para contemplar a obra suprema
Demanda do Todo
Que criou a Si próprio
De puro caráter faleceu perante a discórdia
Suplício ao humano que seja humano
Das víboras aos animais
Sejam todos leais
As leis que regem o universo
Poucas foram as vezes do sol nascer e se por
Seja como for o caminho é continuo
Não para pelo desejo
Segue o trajeto da divina ordem
Aos anjos, foram tantos com muitas missões
Visionários deram fruto do que vinha do Ser
Apenas para contemplar a obra suprema
Demanda do Todo
Que criou a Si próprio
De puro caráter faleceu perante a discórdia
Suplício ao humano que seja humano
Das víboras aos animais
Sejam todos leais
As leis que regem o universo
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Servo Do Verbo
Razões desaparecidas
Talvez nunca existidas
Nas ranhuras dessa longa história
Em busca de glórias ilusórias
Talhado a ferro e fogo
Em supostas paginas em branco
Com espanto leio o livro da minha vida
Partida em pedaços pela ironia do verbo
Sou servo das palavras
Que dita os versos do meu caminho
Por trilhas estreitas sem volta
Me revolta o verbo saber
Sem nada poder
Ou fazer
Escravo das mãos que escrevem
Formulam o destino
Maculam os imaculados
Com verbos enganados
Não há verbos
Somente servos do triste poeta
Correta é a forma que mascara
Aquilo tudo que estraga
Perece sob nossa ignorância
Sem distância do fim
Assim é tão perto
De um livro em branco só para mim
Talvez nunca existidas
Nas ranhuras dessa longa história
Em busca de glórias ilusórias
Talhado a ferro e fogo
Em supostas paginas em branco
Com espanto leio o livro da minha vida
Partida em pedaços pela ironia do verbo
Sou servo das palavras
Que dita os versos do meu caminho
Por trilhas estreitas sem volta
Me revolta o verbo saber
Sem nada poder
Ou fazer
Escravo das mãos que escrevem
Formulam o destino
Maculam os imaculados
Com verbos enganados
Não há verbos
Somente servos do triste poeta
Correta é a forma que mascara
Aquilo tudo que estraga
Perece sob nossa ignorância
Sem distância do fim
Assim é tão perto
De um livro em branco só para mim
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Como Sou
Como sou
Da forma que sou
Enigma perpétuo nas fases da vida
Tantas idas e vindas ao mesmo buraco
Por onde passo destaco as cicatrizes do tempo
Abertas ainda escorrem
Como as mágoas de um inocente detento da sombras
Que na penumbra perambula sem rumo
Assim que sou
Assim que sumo
E assumo
Quem sou na realidade
Pois não sou de verdade
Na vasta escuridão da inveracidade
Sem alusão a nada
Nada será
Nada serei
Pois jurei que via formas concretas
Tão discretas como a malicia do homem
Em aspectos que aqui nos consomem
Enganado fui
Agora sou eu quem exclui
Subtraio a mediocridade do passado
Do presente
Também do futuro
O tempo é o tempo
Não trás a luz ao meu escuro
Não quebra o muro que me cerca
Me corrompe diversas vezes na névoa da futilidade
Mas tenho integridade
Até o limite de quem sou
Aos confins de onde estou
Aqui ou não
Assim sempre serei
Da forma que sou
Enigma perpétuo nas fases da vida
Tantas idas e vindas ao mesmo buraco
Por onde passo destaco as cicatrizes do tempo
Abertas ainda escorrem
Como as mágoas de um inocente detento da sombras
Que na penumbra perambula sem rumo
Assim que sou
Assim que sumo
E assumo
Quem sou na realidade
Pois não sou de verdade
Na vasta escuridão da inveracidade
Sem alusão a nada
Nada será
Nada serei
Pois jurei que via formas concretas
Tão discretas como a malicia do homem
Em aspectos que aqui nos consomem
Enganado fui
Agora sou eu quem exclui
Subtraio a mediocridade do passado
Do presente
Também do futuro
O tempo é o tempo
Não trás a luz ao meu escuro
Não quebra o muro que me cerca
Me corrompe diversas vezes na névoa da futilidade
Mas tenho integridade
Até o limite de quem sou
Aos confins de onde estou
Aqui ou não
Assim sempre serei
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Formas Do Passado
Hoje eu sou
A forma do passado descrito
Seja dito
Que foi passado inúmeras vezes
Como um vício em círculos incontáveis
Intermináveis são as distâncias para o essencial
Na busca para ser o universal
Como parte do mundo ou das estrelas
Sem que meu brilho se apague
Se extirpe perante a derrota
De tudo tomo nota
Com medo que caia no esquecimento
Deixo marcado na matéria
Para que da miséria me erga novamente
Na lembrança dos erros intermitentes
Persigo a saída do labirinto
Para muitos tão comum
Para mim é tão distinto
O real que se mostra para poucos
E tantos outros que nem ao menos são reais
Aqui jamais serão
Querendo ou não
Nunca farão parte daqui
Assim como também não faço
Vim para o fracasso
Vitimado pelo acaso do destino
Do plano divino
Que em cada vida venho combater
A forma do passado descrito
Seja dito
Que foi passado inúmeras vezes
Como um vício em círculos incontáveis
Intermináveis são as distâncias para o essencial
Na busca para ser o universal
Como parte do mundo ou das estrelas
Sem que meu brilho se apague
Se extirpe perante a derrota
De tudo tomo nota
Com medo que caia no esquecimento
Deixo marcado na matéria
Para que da miséria me erga novamente
Na lembrança dos erros intermitentes
Persigo a saída do labirinto
Para muitos tão comum
Para mim é tão distinto
O real que se mostra para poucos
E tantos outros que nem ao menos são reais
Aqui jamais serão
Querendo ou não
Nunca farão parte daqui
Assim como também não faço
Vim para o fracasso
Vitimado pelo acaso do destino
Do plano divino
Que em cada vida venho combater
domingo, 2 de junho de 2013
Pura Comédia
Destino sem rumo
Somente o presente decadente que consumo
Presumo ser o fim
O começo
Logo esqueço quem eu fui
Quem eu era
Quem eu sou
Num mundo que assim expressou
Como eu seria
Sem hoje... Sem agora
Meu mundo não tem hora
Só o presente que me assola
Passado, futuro ou presente
Mas ainda que eu tente
O certo é o incerto
De um mundo tão perto
Tão longe... Tão só
Antes ou depois
Das inexistentes tentativas
Expectativas da desilusão
Quantas são... quando foram...
Para nada se esperar
Seguindo os caminhos do vento a soprar
Ventos da ilusão
Enganam com a mentira do tempo
Não mais intento
Desejo ou vontade
Submisso da realidade
No show dos horrores da divina comédia
Impresso em cada rosto de pura tragédia
Rostos infiéis
Cruéis como o meu
Nascidos para a maldade
Do além à perversidade
Nesse mundo que nem ao menos somos nós mesmos
Somente o presente decadente que consumo
Presumo ser o fim
O começo
Logo esqueço quem eu fui
Quem eu era
Quem eu sou
Num mundo que assim expressou
Como eu seria
Sem hoje... Sem agora
Meu mundo não tem hora
Só o presente que me assola
Passado, futuro ou presente
Mas ainda que eu tente
O certo é o incerto
De um mundo tão perto
Tão longe... Tão só
Antes ou depois
Das inexistentes tentativas
Expectativas da desilusão
Quantas são... quando foram...
Para nada se esperar
Seguindo os caminhos do vento a soprar
Ventos da ilusão
Enganam com a mentira do tempo
Não mais intento
Desejo ou vontade
Submisso da realidade
No show dos horrores da divina comédia
Impresso em cada rosto de pura tragédia
Rostos infiéis
Cruéis como o meu
Nascidos para a maldade
Do além à perversidade
Nesse mundo que nem ao menos somos nós mesmos
sábado, 18 de maio de 2013
O Dia
O dia é hoje
Percorrendo pelos momentos perdidos de mim
Entrelaçados entre a lei do desconhecido
Persigo assim
Aquilo que nunca buscaram
Em seu mais íntimo jamais sonharam
O dia que não se encontrará
Se livrará do eterno agora
Eternidade sem hora
De dias que passam vezes e vezes
Imensos prazeres em sermos nós mesmos
Com ou sem erros
Eternos amantes da liberdade
Como supremas entidades em nosso mundo divino
Donos do tempo a que nos pertence
Feito magia assim nos adora... Também adoramos
A beleza de seus confins
Quando vem até mim
Vem até nós
E compadecem uns aos outros
Agora soltos pelos ventos que escolhemos soprar
Me disseram que era amor
O fervor dessa paixão tão poética
De um mundo sem ética que fujo sem pudor
Sem rancor
Sem dor que contraria minha liberdade
Vontade de viver o dia de agora
Dia sem hora
Sem preceitos
Conceitos do dia que vivo agora
Meu dia... Minha hora
Ao pensar já foi embora
Percorrendo pelos momentos perdidos de mim
Entrelaçados entre a lei do desconhecido
Persigo assim
Aquilo que nunca buscaram
Em seu mais íntimo jamais sonharam
O dia que não se encontrará
Se livrará do eterno agora
Eternidade sem hora
De dias que passam vezes e vezes
Imensos prazeres em sermos nós mesmos
Com ou sem erros
Eternos amantes da liberdade
Como supremas entidades em nosso mundo divino
Donos do tempo a que nos pertence
Feito magia assim nos adora... Também adoramos
A beleza de seus confins
Quando vem até mim
Vem até nós
E compadecem uns aos outros
Agora soltos pelos ventos que escolhemos soprar
Me disseram que era amor
O fervor dessa paixão tão poética
De um mundo sem ética que fujo sem pudor
Sem rancor
Sem dor que contraria minha liberdade
Vontade de viver o dia de agora
Dia sem hora
Sem preceitos
Conceitos do dia que vivo agora
Meu dia... Minha hora
Ao pensar já foi embora
sábado, 27 de abril de 2013
Jornada ao Ser
Tempo livre a pensar
Longe dos caminhos feitos pra mim
Enfim na imensidão de meus próprios pensamentos
Cansado dos lamentos da latente realidade
Que em sua maldade me conduz
A mercê de sua vontade de ensinar
O que trai a minha própria liberdade
Lealdade ao desejo de ser o que sou
E hoje aqui estou
A ser o que jamais serei
Ao menos tentei
Criar a vida que move meu corpo
Algures perdida em meus pensamentos
Tantos intentos levados a nada
Eterna jornada do homem a sua ascensão
Longe dos caminhos feitos pra mim
Enfim na imensidão de meus próprios pensamentos
Cansado dos lamentos da latente realidade
Que em sua maldade me conduz
A mercê de sua vontade de ensinar
O que trai a minha própria liberdade
Lealdade ao desejo de ser o que sou
E hoje aqui estou
A ser o que jamais serei
Ao menos tentei
Criar a vida que move meu corpo
Algures perdida em meus pensamentos
Tantos intentos levados a nada
Eterna jornada do homem a sua ascensão
sábado, 23 de março de 2013
Vida de Sonhos
Extremo de nós
Humanos por nome
Seres cegos com a vida que aqui não passa
Acontece no pensar
Alusão a imagem criada pela vontade
De ser como não é
Jamais será
Algo fora do pensar
Ilusão do imaginar
Coisas que aqui não acontecem
Desaparecem sob a névoa da imaginação
Criação de desejos insatisfeitos
Erguidos a força na queda inevitável
Sonho lastimável
Implacável
Desejo insaciável que atordoa
Persiste inexorável perante a realidade
Pura maldade
Fria e calculista
Vida de luta sem conquista
Sem graça, sem nada
Nem o chegar da alvorada
Nessa noite interminável
Porque sonhos não convém mais
Depois de tantos ideais
Somente a busca da verdade
Antes cedo do que tarde
Humanos por nome
Seres cegos com a vida que aqui não passa
Acontece no pensar
Alusão a imagem criada pela vontade
De ser como não é
Jamais será
Algo fora do pensar
Ilusão do imaginar
Coisas que aqui não acontecem
Desaparecem sob a névoa da imaginação
Criação de desejos insatisfeitos
Erguidos a força na queda inevitável
Sonho lastimável
Implacável
Desejo insaciável que atordoa
Persiste inexorável perante a realidade
Pura maldade
Fria e calculista
Vida de luta sem conquista
Sem graça, sem nada
Nem o chegar da alvorada
Nessa noite interminável
Porque sonhos não convém mais
Depois de tantos ideais
Somente a busca da verdade
Antes cedo do que tarde
quinta-feira, 14 de março de 2013
Loucura Nossa
Dois lados distintos
Mistérios infindos
Da confusão que percorre nossos caminhos
Sempre sozinhos
Vagando na noite de solidão
De dia então
Alguma compaixão nos compadece
Mas perece sob a distância
Que separa o pouco que resta
Ainda num olhar amargurado
Do outro lado a chance de um sorriso brilhar
Eternizar um momento
Como detentos da loucura que nos guia
Ou desorienta
De tão lenta que prossegue
Até buscar nossa felicidade
Mistérios infindos
Da confusão que percorre nossos caminhos
Sempre sozinhos
Vagando na noite de solidão
De dia então
Alguma compaixão nos compadece
Mas perece sob a distância
Que separa o pouco que resta
Ainda num olhar amargurado
Do outro lado a chance de um sorriso brilhar
Eternizar um momento
Como detentos da loucura que nos guia
Ou desorienta
De tão lenta que prossegue
Até buscar nossa felicidade
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Escolhas
Nunca teremos escolhas sem saber os resultados
Estamos ávidos a viver o que já foi vivido
Esquecido fora escrito
A muito sem tempo
Tanto tento descobrir o sentido da vida
Sinto traída as chances da minha vontade
Lealdade ao ritmo que não se quebra
Jamais se rompe ao meu desejo
Anseio da vida e da morte
Nas formas que gostaria
Estamos ávidos a viver o que já foi vivido
Esquecido fora escrito
A muito sem tempo
Tanto tento descobrir o sentido da vida
Sinto traída as chances da minha vontade
Lealdade ao ritmo que não se quebra
Jamais se rompe ao meu desejo
Anseio da vida e da morte
Nas formas que gostaria
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Salve Seu Zé
Bom dia para quem é do dia
Boa noite para quem é da noite
Desfaz as mentiras que iludia
Em palavras como açoite
Malandro da noite
Do dia também
Sem porém
Um mistério aqui jaz
Demandas desfaz
Tanto faz
Compaixão aqui traz
Esse anjo lá do céu
De terno, gravata e chapéu
Preto, vermelho e branco
Ensinando aos filhos de santo
A malandragem do bem viver
Aos irmãos se compadecer
Nos proteger
Uns aos outros se ajudar
À essa breve caminhada fortificar
Destemido ao desprezível
Assíduo no que faz
Aqui jaz
Mais um dia
Mais uma noite
Com seu consenso desce a foice
Aqueles que não merecem continuar
A coibir o depravar
Traz salvação àqueles que a merecem
Do bem nunca se esquecem
Apreciem que aqui jaz
Em sua forma distinta
Salve Seu Zé Pilintra
Boa noite para quem é da noite
Desfaz as mentiras que iludia
Em palavras como açoite
Malandro da noite
Do dia também
Sem porém
Um mistério aqui jaz
Demandas desfaz
Tanto faz
Compaixão aqui traz
Esse anjo lá do céu
De terno, gravata e chapéu
Preto, vermelho e branco
Ensinando aos filhos de santo
A malandragem do bem viver
Aos irmãos se compadecer
Nos proteger
Uns aos outros se ajudar
À essa breve caminhada fortificar
Destemido ao desprezível
Assíduo no que faz
Aqui jaz
Mais um dia
Mais uma noite
Com seu consenso desce a foice
Aqueles que não merecem continuar
A coibir o depravar
Traz salvação àqueles que a merecem
Do bem nunca se esquecem
Apreciem que aqui jaz
Em sua forma distinta
Salve Seu Zé Pilintra
Dia de Agora
Penso num dia
Dia de agora
Sem planos
Sem hora
Viver bem vivido
Mesmo sobrevivido
Ao viver iludido
Dias de possibilidades
Impossíveis probabilidades
De viver o agora
Fazer minha própria hora
Dominar os ponteiros do tempo
E o sopro do vento
Que faz escorrer as areias entre meus dedos
Dois lados, um apelo
Na armadilha do tempo não seja pego
Mais um dia
Dias a mais
De você estou atras
Dia sem hora
Domínio do agora
Sonhar sem demora
Incentivo do viver
Já foi-se embora
Sem conhecer os sonhos de agora
Dia de agora
Sem planos
Sem hora
Viver bem vivido
Mesmo sobrevivido
Ao viver iludido
Dias de possibilidades
Impossíveis probabilidades
De viver o agora
Fazer minha própria hora
Dominar os ponteiros do tempo
E o sopro do vento
Que faz escorrer as areias entre meus dedos
Dois lados, um apelo
Na armadilha do tempo não seja pego
Mais um dia
Dias a mais
De você estou atras
Dia sem hora
Domínio do agora
Sonhar sem demora
Incentivo do viver
Já foi-se embora
Sem conhecer os sonhos de agora
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Mundo Só
Olhos pra si
Vemos o mundo que queremos
Diversas formas de nós mesmos
Formas que jamais seremos
Olhar de si
Não olhe para mim
Não olho para ti
Jamais nos veremos
E mesmo que tentemos
O coração se fecha para si
Não para ti
Nosso mundo é só
Mundo nosso
Mais do que posso
Cruzar a barreira do possível
Perecer como sensível
Ou triunfar destemivel
Num mundo meu
Mundo só
Nas ruinas resta o pó
Do visionário sonho perdido
Nunca conhecido
Por todos aqueles que respiram
Uns suspiram sua ausência
Na tendência contraria do agora
Mundo sem hora
Mundo sem nada
Mundo a ser apenas um só
Aquele que não passa de ser nós mesmos
Vemos o mundo que queremos
Diversas formas de nós mesmos
Formas que jamais seremos
Olhar de si
Não olhe para mim
Não olho para ti
Jamais nos veremos
E mesmo que tentemos
O coração se fecha para si
Não para ti
Nosso mundo é só
Mundo nosso
Mais do que posso
Cruzar a barreira do possível
Perecer como sensível
Ou triunfar destemivel
Num mundo meu
Mundo só
Nas ruinas resta o pó
Do visionário sonho perdido
Nunca conhecido
Por todos aqueles que respiram
Uns suspiram sua ausência
Na tendência contraria do agora
Mundo sem hora
Mundo sem nada
Mundo a ser apenas um só
Aquele que não passa de ser nós mesmos
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