terça-feira, 13 de dezembro de 2011

devaneio de uma segunda a noite por bruce e rick

acordei mais uma vez pensando em uma vida que deixei para traz
O toque do vento trouxe a lembrança de tempos que se foram
a angustia de acorda mais uma vez pensando em uma vida de possibilidades que deixei para traz
Augurio do sol matutino que traz o pensamento de morte
Me perco em lembranças a muito esquecida pela dor que ja vivi um dia
Na escuridão que me abrange e consome meu ser
agora ocilando entre o caminho das sombras
e a luz que ilumina me cega
mesma luz que iluminava os meus dias agora me deixa nas trevas
Aprisionado no obscuro de meus dias passados
aguardando o momento em que regarei meus dias
futuro incerto, predestinado a ruir
nesse mar de confusão que abita em meus pensamentos
Atraido ao nada, do todo eu vim mas nada sou.



vlw parceiro!

O véu da noite eterna!

Quem sabe as horas?
quem sabe os dias?
Afinco nos momentos distantes
Submerso no vão da claridade da vida
A noite estende o véu
Anuncia sua chegada
Uma daquelas que sempre virão
Sentado eternamente sua partida assim espero
E no raiar tu me abandonas
Deixando o marco na memória
Que a solidão perscrutará
Seu conhecimento poucos tem
Apenas aqueles que tu assola
Pagando o preço de um dom
Assombrosa existência na estagnação do tempo
porem eu digo que a ti eu amo
Minha incompreensivel e noturna desolação!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Homem Sem Razão

Sempre será, augurio que invade
Toma por obssessão coisas inesistentes
Temendo o fim, sem palavras, sem começo
Desarmonioso da trajetoria que completa um ciclo... ou dois...
Em caminhos que se cruzam sem fé

Preceitos incoerentes inimigos da razão
Dão vazão...
Escorrem como lagrimas pelas oportunidades
Disposição em falta, motivos que se perdem em vão
Predisposição ao nada, que futlua sobre pensamentos sem rumo... a caminho do pior

Sem mesmo tentar, iludir, sempre a fugir do sonho que assombra
Aflige a alma e congela... emoções tão longe sentidas que alimentam o viver
Negro é o presente e a obscuridade do futuro assola com incertezas... ou certezas...
Apenas do desconhecido

Os olhos se prestam a observar... entender... aquilo que a mente tenta esquecer
O fluxo de vida que corre em mim!

domingo, 1 de maio de 2011

o tempo parou!
anjos estupefatos a observar,
mais um ato de liberdade.
coragem? não! não!
dizem que é covardia,
seria isso o desejo de algo melhor?
pureza! excelencia!
a vida escorria sem lagrimas a cair.
sorriso que contemplava, saboreava...
espaço e tempo em suas possibilidades impossiveis.
lá esta ele! vinha por mim.
a carregar-me ao outro lado.

nenhum medo! nenhuma lembrança!
apenas o desejo de ir.
conhecer a vida... a morte!
quebrar todas aquelas barreiras impostas pela materia,
adentro do sonho, do pesadelo!
sangue! vida!
saindo de mim a escorrer pelo chão,
antecipado dava vida a minhas proprias asas.
como o voo dos anjos, a dançar, a criar...
suprindo a ansia de viver!

fim da dor!
na ausencia de sentidos superfluos,
gaiola de carne aprisionando toda minha criação.
o tempo parou!
momento eterno que conheci a paz.
quem a conhece?
breve contemplação perdurará assim,
no limite da carnal responsabilidade.
processo interrompido!
normalidade vulgar retornou a tona.
oh não!
de volta a morte!