Palavras que tornaram o vazio
Chegaram aos meus ouvidos
Chegaram a existência do futuro insólito
Gélido é o passado que atormenta
Lamenta todo o tempo
Longínquo futuro da existência
O vazio impõe a permanência
No âmago daqueles que desejam
Queremos o suor escorrendo pelo corpo
Das batalhas vencidas
Também perdidas
Que movimentam uns e outros
Sejam poucos
Mas vivam o sentido da vontade
Do querer
Verdade ou mentira
Seja dita a palavra do meu verbo
Da guerra perdida nunca travada
Mas ansiada no coração dos valentes
Bravos combatentes de si mesmo
Guerreiros conscientes da realidade
Em busca de tudo ou nada
Amada ou odiada
Sempre será nossas vidas
Iludidas ou não
Sempre prontos a desejar
terça-feira, 25 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Sempre Caminhos
O sol da manhã me mostrou
A verdade que procurava
Brilhou por tão pouco
Nos três dias que iluminava
Tão pouco sei viver
Era as palavras que pronunciava
Talvez meu pai ou minha mãe
Não sei quem comigo caminhava
Além das fronteiras do que conhecia
Um novo mundo me mostrava
Seja breve ou seja nada
Era algo que precisava
A verdade que procurava
Brilhou por tão pouco
Nos três dias que iluminava
Tão pouco sei viver
Era as palavras que pronunciava
Talvez meu pai ou minha mãe
Não sei quem comigo caminhava
Além das fronteiras do que conhecia
Um novo mundo me mostrava
Seja breve ou seja nada
Era algo que precisava
Estrada de Lagrimas
Lagrimas da estrada de faixas sem fim
Desejo do longínquo destino chegar até mim
Calor do cimento que abrasa tantas vidas na carne e na pele
Atravesso o mundo sobre as 4 rodas do carma
Como uma arma a vida e o corpo
Brisa leve que toma de medo a coragem
Ainda vivo
Prossigo a emoção até que um dia caia morto
E me entregue a vil lamentação dos fracos
Que meu corpo em trapos pereça sob as lagrimas de ouro
Ricos homens choram seu valor
Homens pobres sem pudor
Aprisionados na teia do destino
Desejo do longínquo destino chegar até mim
Calor do cimento que abrasa tantas vidas na carne e na pele
Atravesso o mundo sobre as 4 rodas do carma
Como uma arma a vida e o corpo
Brisa leve que toma de medo a coragem
Ainda vivo
Prossigo a emoção até que um dia caia morto
E me entregue a vil lamentação dos fracos
Que meu corpo em trapos pereça sob as lagrimas de ouro
Ricos homens choram seu valor
Homens pobres sem pudor
Aprisionados na teia do destino
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Guerreiro de Si
Junte-se a nós
Os homens da guerra
Sons das bombas que ecoam pelos tempos
Pelas eras ressoa o bravejar da salvação
Infeliz homem que queria mudanças
Fez-se o exército de um homem só
A lutar pela vinda da justiça da vida
Nunca vem
Luta infinda de um propósito sem razão
Sem lógica em seu fundamento
Pensamento sem fim
Perpetuado na ideia da vingança
Vingança de todos nós
Escravos da temperança ilusória
Concepção irrisória
Causa revés da alma que lamenta
Viver a perpétua sentença da estagnação
Segue fugidio por toda vida
Sem ida... Sem volta...
Os homens da guerra
Sons das bombas que ecoam pelos tempos
Pelas eras ressoa o bravejar da salvação
Infeliz homem que queria mudanças
Fez-se o exército de um homem só
A lutar pela vinda da justiça da vida
Nunca vem
Luta infinda de um propósito sem razão
Sem lógica em seu fundamento
Pensamento sem fim
Perpetuado na ideia da vingança
Vingança de todos nós
Escravos da temperança ilusória
Concepção irrisória
Causa revés da alma que lamenta
Viver a perpétua sentença da estagnação
Segue fugidio por toda vida
Sem ida... Sem volta...
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