Extremo de nós
Humanos por nome
Seres cegos com a vida que aqui não passa
Acontece no pensar
Alusão a imagem criada pela vontade
De ser como não é
Jamais será
Algo fora do pensar
Ilusão do imaginar
Coisas que aqui não acontecem
Desaparecem sob a névoa da imaginação
Criação de desejos insatisfeitos
Erguidos a força na queda inevitável
Sonho lastimável
Implacável
Desejo insaciável que atordoa
Persiste inexorável perante a realidade
Pura maldade
Fria e calculista
Vida de luta sem conquista
Sem graça, sem nada
Nem o chegar da alvorada
Nessa noite interminável
Porque sonhos não convém mais
Depois de tantos ideais
Somente a busca da verdade
Antes cedo do que tarde
sábado, 23 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Loucura Nossa
Dois lados distintos
Mistérios infindos
Da confusão que percorre nossos caminhos
Sempre sozinhos
Vagando na noite de solidão
De dia então
Alguma compaixão nos compadece
Mas perece sob a distância
Que separa o pouco que resta
Ainda num olhar amargurado
Do outro lado a chance de um sorriso brilhar
Eternizar um momento
Como detentos da loucura que nos guia
Ou desorienta
De tão lenta que prossegue
Até buscar nossa felicidade
Mistérios infindos
Da confusão que percorre nossos caminhos
Sempre sozinhos
Vagando na noite de solidão
De dia então
Alguma compaixão nos compadece
Mas perece sob a distância
Que separa o pouco que resta
Ainda num olhar amargurado
Do outro lado a chance de um sorriso brilhar
Eternizar um momento
Como detentos da loucura que nos guia
Ou desorienta
De tão lenta que prossegue
Até buscar nossa felicidade
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