segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Salve Seu Zé
Bom dia para quem é do dia
Boa noite para quem é da noite
Desfaz as mentiras que iludia
Em palavras como açoite
Malandro da noite
Do dia também
Sem porém
Um mistério aqui jaz
Demandas desfaz
Tanto faz
Compaixão aqui traz
Esse anjo lá do céu
De terno, gravata e chapéu
Preto, vermelho e branco
Ensinando aos filhos de santo
A malandragem do bem viver
Aos irmãos se compadecer
Nos proteger
Uns aos outros se ajudar
À essa breve caminhada fortificar
Destemido ao desprezível
Assíduo no que faz
Aqui jaz
Mais um dia
Mais uma noite
Com seu consenso desce a foice
Aqueles que não merecem continuar
A coibir o depravar
Traz salvação àqueles que a merecem
Do bem nunca se esquecem
Apreciem que aqui jaz
Em sua forma distinta
Salve Seu Zé Pilintra
Boa noite para quem é da noite
Desfaz as mentiras que iludia
Em palavras como açoite
Malandro da noite
Do dia também
Sem porém
Um mistério aqui jaz
Demandas desfaz
Tanto faz
Compaixão aqui traz
Esse anjo lá do céu
De terno, gravata e chapéu
Preto, vermelho e branco
Ensinando aos filhos de santo
A malandragem do bem viver
Aos irmãos se compadecer
Nos proteger
Uns aos outros se ajudar
À essa breve caminhada fortificar
Destemido ao desprezível
Assíduo no que faz
Aqui jaz
Mais um dia
Mais uma noite
Com seu consenso desce a foice
Aqueles que não merecem continuar
A coibir o depravar
Traz salvação àqueles que a merecem
Do bem nunca se esquecem
Apreciem que aqui jaz
Em sua forma distinta
Salve Seu Zé Pilintra
Dia de Agora
Penso num dia
Dia de agora
Sem planos
Sem hora
Viver bem vivido
Mesmo sobrevivido
Ao viver iludido
Dias de possibilidades
Impossíveis probabilidades
De viver o agora
Fazer minha própria hora
Dominar os ponteiros do tempo
E o sopro do vento
Que faz escorrer as areias entre meus dedos
Dois lados, um apelo
Na armadilha do tempo não seja pego
Mais um dia
Dias a mais
De você estou atras
Dia sem hora
Domínio do agora
Sonhar sem demora
Incentivo do viver
Já foi-se embora
Sem conhecer os sonhos de agora
Dia de agora
Sem planos
Sem hora
Viver bem vivido
Mesmo sobrevivido
Ao viver iludido
Dias de possibilidades
Impossíveis probabilidades
De viver o agora
Fazer minha própria hora
Dominar os ponteiros do tempo
E o sopro do vento
Que faz escorrer as areias entre meus dedos
Dois lados, um apelo
Na armadilha do tempo não seja pego
Mais um dia
Dias a mais
De você estou atras
Dia sem hora
Domínio do agora
Sonhar sem demora
Incentivo do viver
Já foi-se embora
Sem conhecer os sonhos de agora
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Mundo Só
Olhos pra si
Vemos o mundo que queremos
Diversas formas de nós mesmos
Formas que jamais seremos
Olhar de si
Não olhe para mim
Não olho para ti
Jamais nos veremos
E mesmo que tentemos
O coração se fecha para si
Não para ti
Nosso mundo é só
Mundo nosso
Mais do que posso
Cruzar a barreira do possível
Perecer como sensível
Ou triunfar destemivel
Num mundo meu
Mundo só
Nas ruinas resta o pó
Do visionário sonho perdido
Nunca conhecido
Por todos aqueles que respiram
Uns suspiram sua ausência
Na tendência contraria do agora
Mundo sem hora
Mundo sem nada
Mundo a ser apenas um só
Aquele que não passa de ser nós mesmos
Vemos o mundo que queremos
Diversas formas de nós mesmos
Formas que jamais seremos
Olhar de si
Não olhe para mim
Não olho para ti
Jamais nos veremos
E mesmo que tentemos
O coração se fecha para si
Não para ti
Nosso mundo é só
Mundo nosso
Mais do que posso
Cruzar a barreira do possível
Perecer como sensível
Ou triunfar destemivel
Num mundo meu
Mundo só
Nas ruinas resta o pó
Do visionário sonho perdido
Nunca conhecido
Por todos aqueles que respiram
Uns suspiram sua ausência
Na tendência contraria do agora
Mundo sem hora
Mundo sem nada
Mundo a ser apenas um só
Aquele que não passa de ser nós mesmos
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