sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Trajeto do Destino

Trilha sem fim
Onde via rosas no deserto
Tempo incerto vagando pelos mares
Almas sem lares caindo em aguas de cachoeira
Coração de pedra ou de madeira
Sente a falta do viver
Ou crescer nas aresta do tempo
Sopro do vento arrasta de si
Daqui ou de lá
Vem para ca
Fustigando um coração insensivel
Perecivel sob a agua do mar
Por sorte ou azar
A tempestade se faz
Na ira de um momento fugaz
Que traz a solução
Com ou sem razão
Das areias do deserto constroi seu castelo
Seja feio ou seja belo
Seja meu
Como prova da conquista do momento
Alento de vida que aqui novamente soprou
Tomou a esperança pelos braços e correu até mim
Preludio do fim para algo recomeçar
No trajeto de um mundo que cansou de esperar
Tomou formas que queria criar e para fora projetou
Disformes como os medos que assombra comprimiu
E cuspiu o escarro do cansaço de errar
Sorriu para mim
Seja breve e seja o fim

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