Palavras de um fundamento que se perdeu
Sem razão sobrevivo sobre os escombros de um sonho falido
Tomado pela nevoa do esquecimento
Um pranto... Um lamento
Que chora fagulhas ardorosas de desesperança
Que para tanto ou para pouco nada resta
Se arrasta pelo tempo
Em desalento compadece de si mesmo
A esmo na vida ou na morte
Neutro no vazio que consome
Dominio sem nome que existe
Mas perece
Se esquece de um dia que abrangiu com o suor
O mundo em forma de pensamento
Esvaecendo
Assumiu a forma de escuridão
Sem pretensão, pois nada era no vazio da existencia
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