Ele sabe por onde andei
Por vezes caminhei
Até pensei em desistir
Em busca do existir
Na aurora dos tempos que voam
Sobrevoam os ventos que nos levam a viver
Querer é o poder
Em ares de liberdade liberto minha vontade
Da maldade do mundo que chora
Choro também
A força que nos mantém unidos
Vivos com a faísca que ateia fogo no sonhar
A prorrogar o tempo que passa
Acho graça na ilusão da ignorância
Da distância do real e da verdade
Realidade que conduz a caminhos tortuosos
Fantasiosos conceitos do passado
Semearam a discórdia do futuro
Conjuro Seu nome em súplica
Como réplica concede a expiação
Derramando águas salgadas que sempre cairão
De alegria ou de tristeza
Ensina a destreza da temperança
A viver e clamar Seu nome com esperança
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