Paz e solidão que percorre o infindo trajeto da vida
Em sua ida assume a compostura do que jamais deveria ter sido
Ou partido além mundo em busca de nada
Infinda jornada na maré da auto-flagelação
Prorrogando o tempo a fluir sem destino
Sem razão
Sinta o fervor de meu sangue que percorre meu corpo com ódio
Por uma vida perdida
Iludida com a promessa de um sorriso brilhar
Na escuridão dos lugares que pés cansados prosseguiram
Na esperança do porvir que nunca veio
Nunca virá
Resulmindo a sentença da tragica existencia
Observando de camarote o palco da vida
Longe demais pra sentir
O que era suposto existir
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